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Menos viagens, menos empregos: variante ômicron deve impactar turismo no 1º trimestre; entenda


Cancelamento de voos, adiamentos de viagens e suspensão de cruzeiros colocam em xeque a recuperação do segmento; em 2021, faturamento do setor cresceu 22,5%. Painel exibe chegadas previstas do aeroporto de Gatwick, no sul de Londres Toby Melville/ Reuters Cruzeiros suspensos, voos cancelados e pacotes de viagens postergados. Além de atrapalhar as férias dos brasileiros, o avanço da variante ômicron do coronavírus coloca novamente em xeque a recuperação do setor de turismo no país. Depois de perderem 36% da receita em 2020, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as empresas de turismo ganharam fôlego extra no ano passado com o avanço da vacinação. Em 2021, o faturamento chegou a crescer 22,5% com a demanda forte para o início deste ano. Mas a nova variante traz de volta a sensação de incerteza, e deve desacelerar o ímpeto do setor no primeiro trimestre deste ano, dizem entidades de classe ouvidas pelo g1. LEIA TAMBÉM: Escalada da ômicron: quais os riscos para a economia? Anac autoriza Azul e Gol a voar com menos comissários em voos Covid ou influenza: quais são os direitos do consumidor na hora de alterar passagem aérea? Desempenho em 2021, estimativas para 2022 Dados da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) mostram que o primeiro impacto do coronavírus causou uma queda de 58% dos ganhos das agências entre 2019 e 2020 — de R$ 33,9 bilhões para R$ 14 bilhões. “Em março de 2020, o mundo se fechou. Não havia hotel, restaurante, passeios, nada. O faturamento foi a zero por quatro a cinco meses”, conta Ana Carolina Medeiros, presidente em exercício da Abav . O faturamento anual das agências em 2021 só será divulgado pela Abav em março. Mas, de acordo com Roberto Haro Nedelciu, presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), em novembro do ano passado 20% das operadoras de turismo estavam vendendo igual ou melhor que antes da pandemia. Em dezembro, porém, a explosão de casos de Covid-19 fez com que parte dos clientes adiasse suas viagens ou optasse por destinos dentro do país. Ainda assim, as expectativas para 2022 como um todo são positivas. "A gente prevê uma pequena retração do mercado no primeiro trimestre deste ano, que não deve ser muito significativa. Essa desaceleração deve ser superada nos trimestres seguintes, com a melhora dos índices de contaminação", disse Nedelciu. Impacto da variante ômicron na retomada do setor de turismo Arte/g1 Uma sondagem feita pela Abav com associados mostrou que um terço das empresas esperam faturamento 60% maior neste ano que no anterior. Outros 27% esperam alta de 50%. Mas o temor é que a ômicron tenha entrado em cena para mudar os planos e repetir o baque do início da pandemia. Medidas de contenção Para prevenir mais cancelamentos, as agências têm feito um esforço de procurar hospedagens e passeios que minimizem os riscos de contágio. Mas a Abav já reconhece que as novas contratações de viagens, para o meio de ano, estão em compasso de espera. Segundo a presidente da entidade, os contratantes ainda procuram entender melhor os riscos e efeitos da ômicron. Ela conta que, até o momento, há poucos adiamentos e apenas os mais cautelosos já cancelaram viagens. “A procura está mais baixa e, se essa compra não vier, não tem um plano B. Seria desesperador. Mas o setor está otimista de que tudo vai passar rápido com esse patamar de vacinação”, diz. De acordo a CVC, destinos nacionais e, principalmente, regionais, concentram quase toda a preferência dos brasileiros por viagens em janeiro. Por este motivo, a empresa realiza desde dezembro operações temporárias de voos fretados ao nordeste, que é uma das regiões mais procuradas do Brasil no verão. O turismo internacional, por outro lado, "está em recuperação mais lenta, devido a uma conjunção de fatores: pandemia, alta do dólar e inverno no exterior", informou a CVC, em nota. Anvisa recomenda a suspensão definitiva da temporada de cruzeiros Economia em crise, empregos na linha O levantamento da CNC mostra que o turismo avançou 4,2% em volume de receita em novembro do ano passado, mas continua 16,2% abaixo do total registrado no período pré-pandemia. Segundo Fabio Bentes, economista sênior da CNC, o setor de turismo deve apresentar resultados inferiores este ano não só pela variante ômicron, mas pela crise econômica do país, que afeta o poder de compra do brasileiro. "A gente previu a abertura de 80 mil vagas temporárias para a alta temporada. Vamos ter de revisar esse número porque não haverá mais trabalho para todo mundo, principalmente com a suspensão dos cruzeiros no país", disse ele. Um levantamento da empresa de tecnologia para RH InfoJobs, cedido com exclusividade ao g1, mostra que o turismo era o setor mais otimista com a formação de empregos no final de 2021. Para cada 100 vagas anunciadas na plataforma no setor de turismo em janeiro de 2021, havia 1.350 posições de trabalho disponíveis neste mês. Juntando hotelaria e turismo em uma grande categoria, o aumento foi de 100 para 323. “A ômicron ainda não mostrou seus impactos no mundo do trabalho. Isso ficará mais claro conforme os novos protocolos de combate ao vírus forem implementados”, diz Ana Paula Prado, diretora nacional da InfoJobs. Prado lembra que os números chamam atenção também porque o turismo havia demitido demais no primeiro momento da pandemia. A retomada que se via, portanto, só deve ter freios muito bruscos se houver uma mudança severa nos rumos do combate à pandemia, o que não aconteceu até o momento em outros países. Afastamento de funcionários com atestados afeta serviços, comércio e voos Buscando adaptação nos ares Uma mostra de que as empresas devem buscar adaptação em vez de paralisações é a autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para que companhias aéreas voem com menos comissários de bordo nos aviões. Diferente do início da pandemia, que cancelou voos pela necessidade de impedir a circulação do vírus, o surto de Covid causado pela variante ômicron causou desfalques nas equipes de pilotos e comissários que impossibilitariam as decolagens. E deixar aviões no chão é um dos piores temores e principal corrosão de caixa para as companhias aéreas durante a pandemia. Um levantamento da provedora de informações financeiras Economatica, feito a pedido do g1, mostra que o prejuízo acumulado pelas empresas de turismo listadas na bolsa brasileira passa dos R$ 30 bilhões. De janeiro de 2020 até o último balanço divulgado, as companhias aéreas Gol e Azul, que têm capital aberto na B3, a bolsa de valores de São Paulo, tiveram prejuízos acumulados de R$ 17 bilhões e R$ 10 bilhões, respectivamente. Outra grande empresa listada na bolsa e que pertence ao setor de turismo, a CVC também luta para melhorar os resultados: o prejuízo acumulado é de R$ 1,6 bilhão e a perda de valor de mercado passa dos 60%. A Latam tem ações listadas fora do país e registra prejuízo acumulado de US$ 6,4 bilhões. Desde o final do ano, foram registrados cancelamentos de voos da Azul e da Latam devido ao excesso de dispensas médicas por Covid-19 entre os tripulantes. Em nota, a Latam informou que 82 voos foram cancelados de 9 a 23 de janeiro, o que representa 3% de todos os voos domésticos e internacionais deste mês. Destacou também que, caso tenha que cancelar trechos no carnaval, "não poupará comunicar com antecedência aos clientes qualquer impacto". A Azul não abriu detalhes sobre o impacto nas operações, mas afirmou que a "alta temporada de verão segue aquecida, em razão do avanço da vacinação em todo o País e por conta do novo perfil de viagens do brasileiro, que tem priorizado lazer por período mais longos." A Gol, por outro lado, afirmou que nenhum voo foi cancelado por causa da variante ômicron, mas que "que está atenta ao aumento de casos de Covid-19" e, por isso, "redobrou a alerta à equipe". Cenário global Globalmente, a perspectiva é de que o turismo internacional recupere os níveis pré-pandemia antes de 2024, segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT). Segundo a agência das Nações Unidas sediada em Madri, o número de desembarques internacionais aumentou 4% no mundo no ano passado em relação a 2020, mas continuou sendo 72% inferior ao de 2019, antes do início da pandemia da Covid-19. Em 2022, a agência prevê números impactados pela variante ômicron. "O ritmo da recuperação continua lento e desigual nas diferentes regiões do mundo, devido aos graus distintos de restrição à mobilidade, às taxas de vacinação e à confiança dos viajantes", explicou a OMT, em comunicado. As chegadas de turistas internacionais devem subir de "30% a 78%" em comparação com 2021, mas ainda seriam inferiores aos números de 2019. Segundo as estimativas de diversos especialistas, a volta ao patamar pré-pandêmico só deverá acontecer em "2024 ou depois".

Veja as 105 vagas de emprego oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta quarta-feira (26)


Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Agência do Trabalho de Petrolina Taisa Alencar/G1 Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (26) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas Disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Para entrar na OCDE, Brasil terá de reforçar compromissos com democracia, meio ambiente e combate à pobreza

Para ser aceito como membro da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil precisará reforçar o comprometimento com temas como democracia, agenda ambiental, direitos humanos, combate à corrupção e à pobreza – valores que fazem parte da organização criada após a Segunda Guerra Mundial. Além disso, o selo da OCDE só chegará se o Brasil fizer uma reforma tributária que elimine bitributações. O país discute o tema há mais de 20 anos, mas o Congresso nunca conseguiu aprovar um texto de consenso. Nesta terça-feira (25), o Conselho de Ministros da OCDE aprovou que o Brasil dê início ao processo de entrada na organização. A conclusão desse procedimento, no entanto, pode levar mais de três anos. Outros cinco países também receberal o aval, incluindo vizinhos como Argentina e Peru. Esse passo não garante a aceitação completa do país. Há nações que ficaram mais de seis anos no trâmite de entrada. O ministro Paulo Guedes afirmou ao blog nesta terça que o Brasil está à frente dos outros cinco países no processo, com mais de 100 instrumentos da OCDE atendidos. Segundo ele, é possível uma entrada mais rápida no grupo de 38 países, quase todos com economias desenvolvidas.Veja abaixo: Ana Flor: Paulo Guedes quer fast track para Brasil na OCDE Guedes enviou uma carta à OCDE na última sexta (21) avisando que os dois últimos entraves regulatórios estavam atendidos – e solicitando o acesso. "Sabíamos que viria uma boa notícia", disse o ministro, que desde 2019 se reúne com ministros e autoridades econômicas dos países-membros da OCDE para reduzir resistências à inclusão do Brasil. Paulo Guedes desenvolveu boa relação, em especial, com o secretário-geral da OCDE, o australiano Mathias Cormann. Da América Latina, Chile, México e Colômbia já fazem parte da OCDE. O Brasil chegou a ser convidado para o processo de entrada durante o governo Lula, mas recusou. As tentativas de entrar na OCDE voltaram à mesa do governo brasileiro em 2016. O Ministério da Fazenda iniciou os trâmites, mas o Itamaraty se opunha. A carta pedindo acesso só foi enviada em 2017, já na gestão Michel Temer. O que o Brasil pode ganhar com a entrada na OCDE? Segundo o secretário de Assuntos Econômicos Internacionais do Ministério da Economia, Erivaldo Gomes, ter o "selo" da OCDE dá acesso a grandes investimentos. Os maiores fundos do mundo têm, entre suas regras de funcionamento, determinações para investir seus recursos majoritariamente em países da OCDE – isso, porque as nações do grupo se comprometem com regras de transparência regulatória. Enquanto isso, países que estão fora da OCDE disputam uma fatia menor dos fundos. Atualmente, esses recursos vão quase na íntegra para a Ásia. "É como poder sair da piscina pequena e ocupar uma raia na piscina grande", compara Gomes. "É ter uma chancela semelhante ao grau de investimento para práticas regulatórias, que contam muito para a vida do investidor", diz ele.

Petrobras questiona Cade e pede arquivamento de investigação sobre atuação da petroleira


Cade pediu que estatal preste esclarecimentos acerca do aumento da gasolina e do diesel; empresa tem reiterado compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Daniel Silveira/G1 A Petrobras pediu ao Cade que arquive investigação aberta para apurar "possível abuso de posição dominante" por parte da petroleira no mercado de combustíveis e questionou a iniciativa do órgão antitruste, em documento apresentado como parte do processo. Ao abrir a apuração, o Cade deu prazo para a estatal prestar esclarecimentos acerca do aumento dos preços da gasolina e do diesel anunciados pela estatal. A Superintendência-Geral do Cade fez ainda uma lista de questionamentos à Petrobras, como custo mensal para importação e exportação de petróleo e para cada derivado, política remuneratória e de participação de lucros e resultados de diretores e funcionários da empresa e a composição do preço de paridade de importação (PPI) entre janeiro de 2017 e dezembro de 2021. A companhia tem sido alvo de críticas do próprio presidente Jair Bolsonaro por causa de aumentos no preço dos combustíveis no país, que têm sofrido reflexos de altas constantes no mercado internacional. Em documento de resposta entregue ao Cade, datado de 24 de janeiro e tornado público no site do órgão, a Petrobras afirmou que "o contexto das justificativas apontadas para a abertura do presente inquérito leva a supor que seu fundamento consiste em preocupações relativas ao nível de preços praticado pela Petrobras na comercialização de seus produtos, assim como à lucratividade da companhia". "A ser essa a motivação e objetivo da presente investigação, trata-se, a toda evidência, de procedimento absolutamente insólita, à luz das atribuições legais de um órgão de defesa da concorrência. Não faria qualquer sentido, com efeito, o Cade propor-se a regular preços no mercado de refino de derivados de petróleo", disse a companhia. A petroleira disse ainda que confia que a Superintendência-Geral do Cade não adotará entendimento diferente do que já seria pacífico nessa matéria. Além disso, no documento de resposta, a Petrobras voltou a explicar sua política de preços. A empresa tem reiterado compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato, para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais. Segundo a companhia, "o fenômeno de aumento de preços tem impactado diversas commodities, não apenas os combustíveis, e este aumento tem sido amplificado pelo menor valor do real frente ao dólar". Nas suas justificativas, a empresa também reiterou que os preços praticados pela Petrobras são apenas uma parte dos preços percebidos ao consumidor final e que o país é ainda aberto à importação de derivados. Vídeos: Últimas notícias de economia

Startup brasileira que oferece aluguel grátis de guarda-chuva chega aos EUA; vídeo

Rentbrella começou a operar nos Estados Unidos; empresa ganha dinheiro com a venda de publicidade em cima dos guarda-chuvas. Startup brasileira oferece aluguel de guarda-chuva grátis em Nova York A startup brasileira Rentbrella começou a operar em Nova York, nos Estados Unidos. A companhia oferece aluguel de guarda-chuvas e ganha dinheiro com o anúncio publicitário nas peças e nas estações personalizadas. "Neste momento, estamos basicamente no Brasil. Agora, estamos expandindo e trazemos essa solução para o mundo", afirma Ary Krivopisk, co-fundador da companhia. "A primeira cidade que estamos chegando é Nova York, porque é uma cidade com muita chuva, com muitos pedestres." O uso do guarda-chuva é gratuito nas primeiras 24 horas. Se não houver a devolução nesse período inicial, há uma cobrança de US$ 2. A devolução do guarda-chuva pode ser feita em qualquer máquina administrada pela empresa. "A maneira como ganhamos dinheiro é basicamente com a venda de publicidade em cima dos guarda-chuvas. É isso que basicamente gera receita (para a empresa)", diz Krivopisk.

Para Guedes, ingresso do Brasil na OCDE será mais rápido que o dos demais países aprovados

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou ao blog que o Brasil é o país com as condições mais avançadas entre as seis nações que tiveram aprovados nesta terça-feira (25) os processos para adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Por isso, Guedes disse acreditar em um “fast track”, pelo qual o Brasil cumpriria em menos tempo as metas exigidas pela organização — em geral, esse caminho leva mais de três anos. O ministro enviou carta à organização na última sexta-feira informando que o Brasil havia aprovado as últimas medidas exigidas para ter o processo de adesão iniciado e solicitar o ingresso na entidade. Na manhã desta terça, Guedes foi avisado de que a aprovação viria no mesmo dia. O Brasil trabalha desde 2017 para ter aceito o processo de entrada na OCDE. Chamado de "clube dos países ricos", a organização é considerada um importante passo para a troca de experiências e ganho de conhecimento. Tende a levar à diminuição de tarifas e impostos de exportação e importação, atrair investimentos e pode acelerar o desenvolvimento dos países. Em 2020, os EUA confirmaram o apoio ao ingresso do Brasil (vídeo abaixo). Estados Unidos confirmam apoio à entrada do Brasil na OCDE Segundo um integrante da equipe econômica, entrar na OCDE “significa receber grau de investimento em matéria regulatória e fará investidores olharem o Brasil de outra forma”. Ao falar do "fast track" brasileiro, Paulo Guedes afirmou que o Brasil já participa dos dois fóruns obrigatórios, já aderiu a quatro dos sete instrumentos para acesso, além de já ter aderido a 103 instrumentos legais, de 251 necessários. Além do Brasil, a OCDE aprovou os processos para Argentina, Peru, Romênia, Bulgária e Croácia.

General João Francisco Ferreira pede exoneração do cargo de diretor-geral brasileiro de Itaipu Binacional


Anuncio foi feito na tarde desta terça-feira (25). Segundo assessoria, pedido foi por motivos pessoais. General João Francisco Ferreira pede exoneração do cargo Marcos Landim O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, general João Francisco Ferreira, pediu exoneração do cargo, conforme anunciou a assessoria da hidrelétrica na tarde desta terça-feira (25), em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O pedido de exoneração do cargo foi por razões pessoais, conforme a Itaipu. Ainda conforme o comunicado, o general agradeceu o apoio e o comprometimento dos parceiros da usina. Itaipu pode ajudar a restabelecer energia durante apagões no Brasil, diz diretor-geral da usina Itaipu deve reduzir tarifa da energia em 2022, diz diretor-geral brasileiro Ferreira estava no cargo desde o dia 7 de abril de 2021, quando foi empossado pelo presidente Jair Bolsonaro, para substituiu o general Joaquim Silva e Luna que ficou no comando da margem brasileira da empresa por dois anos e um mês e foi nomeado para a presidência da Petrobras. Ferreira foi o 13º diretor-geral brasileiro da binacional e o quarto militar a comandar a hidrelétrica. Conforme a assessoria, a exoneração será publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União, assim que o Presidente da República e o Ministro de Minas e Energia escolherem e nomearem o novo diretor-geral. Veja mais notícias da região em g1 Oeste e Sudoeste.

OCDE faz convite oficial para que Brasil negocie entrada na entidade

Conselho de ministros da OCDE aprovou convite a seis países nesta terça; Brasil deve responder para iniciar processo formal. Entidade reúne nações mais desenvolvidas no planeta. A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) aprovou nesta terça-feira (25) o convite formal para que o Brasil e outros cinco países iniciem as discussões de adesão à entidade. A OCDE reúne as nações mais desenvolvidas do mundo. A informação foi divulgada primeiro pelo "Valor Econômico" e confirmada pela OCDE no início da tarde. Os governos de Argentina, Bulgária, Croácia, Peru e Romênia também receberam os convites oficiais. Segundo o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Erivaldo Gomes, cabe ao Brasil agora enviar uma carta à OCDE confirmando o interesse nas negociações. O processo de negociação, diz, pode durar de dois a cinco anos. ANA FLOR: Para Guedes, ingresso do Brasil será mais rápido que o dos demais países aprovados Em nota, a OCDE diz que o processo incluirá uma avaliação rigorosa e aprofundada do alinhamento do país candidato com as normas, políticas e práticas difundidas pela entidade. "Antes de qualquer convite para ingressar na organização como membros, serão necessárias mudanças na legislação, na política e nas práticas adotadas dos países candidatos para alinhá-los com os padrões e melhores práticas da OCDE, servindo assim como um poderoso catalisador da reforma", diz o comunicado. A OCDE, com sede em Paris, reúne 38 países, a maioria economia desenvolvidas. Ela ainda é chamada de "clube dos ricos", apesar de incluir vários emergentes, como a Colômbia ou a Costa Rica. A organização é um fórum que discute e promove políticas públicas em várias áreas e realiza ainda uma série de estudos internacionais. Ser membro efetivo da OCDE é visto como um "selo de qualidade" que impulsionaria a economia dos países. Leia também: Por que o Brasil quer entrar na entidade? Para especialistas, há ganhos e perdas Por que esperada entrada do Brasil ainda não vingou 61 entidades enviam carta à organização com críticas a políticas do governo Bolsonaro No início de 2020, os Estados Unidos formalizaram o apoio ao Brasil na candidatura à OCDE – e o governo brasileiro anunciou a criação de uma secretaria para agilizar os procedimentos necessários. Relembre no vídeo abaixo: Onyx Lorenzoni: governo vai criar secretaria para agilizar entrada do Brasil na OCDE Próximos passos Para ser aceito como membro pleno da OCDE, o Brasil precisa se comprometer a aderir a uma série de boas práticas – entre elas, a simplificação do sistema de cobrança de impostos com uma reforma tributária. "O convite lança o desafio de seguir com a agenda de reformas estruturais, em especial a reforma tributária. Somente essas reformas nos habilitarão a ser membros plenos da OCDE", diz Gomes. O secretário afirma, ainda, que entrar na OCDE é como receber um "grau de investimento em matéria regulatória", ou seja, uma chancela internacional para atrair recursos. "Os investidores passam a olhar o Brasil de outra forma", explicou. O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, afirmou durante declaração à imprensa no Palácio do Planalto que o Brasil se encontra em estágio avançado para fazer parte da organização. “O Brasil, porém, já se encontra no estágio avançado de convergência com a OCDE, tendo aderido a 103 dos 250 instrumentos normativos da organização. Apenas na gestão do presidente Jair Bolsonaro, foram 37 adesões, sendo uma média de 12 ao ano”, afirmou o ministro. Ministro da Economia, Paulo Guedes disse que as futuras adequações incluem uma proposta de zerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para operações cambiais. O imposto deve ser reduzido gradualmente até chegar à alíquota zero, segundo o governo. “Aprovada a Lei Cambial, eu posso me comprometer com a redução da tributação do IOF, e assim fizemos – então, mandei uma carta à OCDE na semana passada. É um dos últimos dois requisitos que faltavam. [...] O Congresso aprovou e a Receita Federal do Brasil dizendo ‘bom, agora que a Lei Cambial foi aprovada nós nos comprometemos a reduzir o IOF sobre as operações financeiras’ que eram os dois últimos requisitos de origem econômica que faltavam para abrir essa porta”, afirmou o ministro. De acordo com o secretário Erivaldo Gomes, essa redução progressiva do IOF sobre o câmbio deve gerar uma renúncia fiscal de R$ 7 bilhões até 2029, quando o governo espera chegar à alíquota zero. As alíquotas praticadas hoje em transações cambiais variam de 0,38% a 6%. O secretário também disse que o Brasil não está impedido de ter um imposto sobre operações cambiais. O único requisito da OCDE é que o imposto tenha a mesma alíquota para todos os tipos de operações cambiais – o que não acontece com o IOF, que tem quatro categorias. Além disso, declarou Gomes, a alíquota considerada aceitável pelo grupo é de até 2%. Histórico O Brasil participa da OCDE atualmente como um país não-membro. Em 2017, durante o governo Michel Temer, fez o pedido formal de candidatura à entidade, mas até então não tinha recebido o aceite da candidatura para dar início às negociações. A entrada do Brasil na OCDE é considerada uma prioridade na agenda de política externa brasileira. Também é vista pelo governo brasileiro como uma oportunidade de acelerar as reformas. A OCDE tem 251 instrumentos de boas práticas a serem adotados pelos seus países-membros. O Brasil precisa aderir a grande parte desses instrumentos para conserguir a vaga na entidade. Segundo o governo brasileiro, desde 2017 o país tem adotado medidas para intensificar a convergência aos padrões de boas práticas da organização.

Instabilidade leva BC a tirar do ar sistema para consulta de valores devidos por bancos

Decisão ocorre um dia após serviço entrar em operação e grande número de acessos provocar queda em sites do Banco Central. O Banco Central tirou do ar nesta terça-feira (25) o sistema que permite a consulta a valores devidos por bancos a pessoas e empresas. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram O anúncio foi feito um dia após o serviço entrar em operação e depois de sites do BC registrarem, na manhã desta terça, instabilidade gerada pelo grande número de acessos ao novo sistema, chamado de Sistema Valores a Receber (SVR). "O lançamento do Sistema Valores a Receber (SVR) gerou demanda de acessos muito acima da esperada, o que provocou instabilidade em sua página e também nos sites do BC, do Registrato e Minha Vida Financeira. Para estabilizar esses sites, o BC suspendeu temporariamente o acesso ao SVR", informou o Banco Central em nota divulgada na tarde desta terça. Como funciona o serviço O serviço permite que pessoas e empresas consultem se têm valores a receber de instituições financeiras das quais já tenham sido clientes. Esses valores são, por exemplo, depósitos que não foram retirados após encerramento de contas (veja no vídeo abaixo). Banco Central cria sistema para clientes consultarem valores a receber de bancos Ainda de acordo com o BC, apesar da instabilidade no sistema, 79 mil cidadãos conseguiram acessar o Registrado entre segunda e terça-feira e concluir 8,5 mil solicitações de devolução. Esses pedidos somam cerca de R$ 900 mil e, segundo o Banco Central, "serão transferidos via PIX em até 12 dias úteis". "Estamos trabalhando para que o funcionamento dos sites seja normalizado o mais breve possível e também para o retorno do SVR. Manteremos o público informado quanto a esses desenvolvimentos e pedimos desculpas pelo transtorno”, completa a nota. Sistema anunciado Segundo o Banco Central, nesta primeira fase do serviço são cerca de R$ 3,9 bilhões de valores a serem devolvidos para 24 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Os valores decorrem de: contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível; tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o Banco Central; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; e recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados. Ao todo, o Banco Central estima que os clientes tenham a receber cerca de R$ 8 bilhões. O restante dos valores será disponibilizado no decorrer deste ano de 2022, fruto de: tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, previstas ou não em Termo de Compromisso com o BC; contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo disponível; e outras situações que impliquem em valores a devolver reconhecidas pelas instituições. VÍDEOS: notícias de economia

Petrobras registra 1.370 casos de Covid, mas não vê impacto significativo na operação


Alta de contaminações não trazia impacto significativo nas operações em razão de afastamentos de colaboradores, segundo a estatal. A Petrobras registrava na segunda-feira (24) cerca de 1.370 casos confirmados de Covid-19 entre os seus quase 40 mil empregados, informou a empresa nesta terça. Reflexo do avanço do vírus no Brasil, a alta de contaminações não trazia impacto significativo nas operações em razão de afastamentos de colaboradores, segundo a estatal. Em nota, a empresa observou que "todos os novos casos confirmados na companhia são assintomáticos ou com sintomas leves". Sede da Petrobras, localizada na Avenida Chile, no Centro do Rio de Janeiro, passará pela sua primeira reforma completa desde que foi inaugurado, no começo dos anos 1970 André Motta de Souza / Agência Petrobras "Observa-se o aumento dos casos de Covid-19 em todo o Brasil e esse aumento de incidência no país tem reflexo também na indústria de petróleo e gás", disse a Petrobras. A petroleira afirmou ainda que suas atividades operacionais "são desempenhadas de forma segura de acordo com os mais rigorosos padrões de segurança e protocolos de saúde". Dentre as medidas adotadas, a empresa apontou testagem; distanciamento físico; uso obrigatório de máscaras; procedimentos de higienização e limpeza de mãos, ambientes e equipamentos; adequação de efetivo; isolamento imediato e desembarque dos casos suspeitos e seus contactantes.